sábado, janeiro 24, 2026

Sábado, 24.

Não nos libertamos de António Costa. O seu rasto está por todo o lado e vai ser difícil de o apagar, tantas foram as desgraças que ele semeou. Refiro-me mais uma vez às célebres “autobaixas”. Este Governo tentou melhorar a coisa e, segundo o presidente das USF-AN, foi um bem para o SNS, retirando-lhe a enormidade de baixas que a ele aportavam. Desde a sua criação, em 2023, foram emitidas qualquer coisa como 1,3 milhões de pedidos de baixa, a quase totalidade às segundas-feiras e quartas-feiras. É só fazer a soma. Como os dias permitidos eram cinco... 

         - Que alguém se atreva a pôr ordem no mundo de hoje. Trump com o seu ego sempre em brasa quer-se substituir à ONU e para isso formou um clube a que chama Conselho de Paz. Basta ver quem a ele se associou, para perceber que o mundo dos negócios não desarma. À parte uns quantos países africanos, os Emiratos Árabes Unidos, a Bielorrússia e o Azerbaijão, a Albânia, Roménia ou Hungria, nenhuma outra nação até agora se associou ao projeto de destruir o plenário das Nações Unidas. A UE não alinhou, por enquanto, na desgraça. Espero que ela entenda que face a Trump não deve andar a bajulá-lo porque não foi para isso que os povos europeus a mandataram. Aprendam com o Irão e o Canadá que o afrontaram e ele se encolheu. Que diabo, a União Europeia possui 450 milhões de almas dispostas a defenderem-se e com a sua riqueza e tecnologia capaz de ombrear com os Estados Unidos!

         - Luís Montenegro não se portou à altura do cargo. Faltou-lhe personalidade, ousadia, substância democrática. Ao deixar o seu povo ao desbarato eleitoral, vai colher o oposto que a sua atitude presume - isolamento e eleições mais breves do que supõe.