Segunda, 27.
Pequenos pormenores sem importância nenhuma: ainda não consigo ter opinião formada sobre Seguro Presidente, Luís Carneiro e acreditar no cómico Ricardo Araújo Pereira (é a primeira vez que cito o seu nome) quando afirma “Eu não ´uso´ o humor, o humor não é uma esfregona, não é uma coisa que se ´usa´.” Não acredito de todo. Brrrrrr!
- Não sei se o povo eterniza no seu coração Mário Soares, mas Vhils com a escultura que a Câmara da Amadora lhe encomendou do político, decerto que o conseguirá, porque tem consigo a força e a magia do grande artista que é.
- Há cada vez mais pobres em Portugal. Quem o diz, com a autoridade que lhe confere a sua entrega ao outro, é Isabel Jonet Presidente do Banco Alimentar Contra a Fome. Este escândalo, esta realidade que eu aqui não deixo de vociferar, não passa por ideologias hipócritas dos políticos. 50 anos depois do “25 de Abri sempre”, não conseguiram reduzir este nojento espelho, pelo simples motivo – quem tem fome não possui forças para protestar. A imagem de tristeza, abandono, degradação de todo o tecido social, está estampada no Serviço Nacional de Saúde. Com pobreza, cresce o desejo incomensurável da desistência, do silêncio, da morte.
- A velhice é purificação e plenitude.
