Domingo, 26.
Retomemos o ritmo dos dias, esqueçamos o passado e forcemos o presente a ir mais além para lá do futuro. Esta imagem que atravessou o mundo a semana passada, parece tirada do ano 33 quando Jesus Cristo foi crucificado pelos judeus, sob pressão do Sinédrio, e Pôncio Pilatos lavou as mãos de tamanho crime, em Abril, seis meses após a morte de Sejano (que o havia nomeado prefeito da Judeia e governou entre 25 e 36) às ordens de Tibério. Na origem da crucificação (prática que imperou na época dos romanos, eles crucificavam às centenas de uma só vez), muitos especialistas acreditam que está o ódio dos judeus, que começou quando Jesus expulsou à chicotada (versão do Apóstolo S. João) do Templo, os cambistas. Seja como for, arrepia, transtorna-nos, obriga-nos a juntar as meadas dois mil e alguns anos depois da morte do Redentor. Basta olhar para as imagens pungentes de palestinianos mortos, de libaneses, de milhares de crianças ceifadas pela ira dos mesmos judeus que sacrificaram até à morte Jesus de Nazaré. O que ainda impera nos corações dos israelitas que pela força e ganância tudo arrebanham, desprezam o ser humano, semeiam a destruição e aliam-se a governantes tiranos, é esse rancor, essa incapacidade de aceitar o Filho de Deus feito homem, e como qualquer um de nós viveu o sofrimento, a incerteza, o temor da morte, a esperança na ressurreição.
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| Militar israelita a destruir a imagem de Jesus Cristo com um martelo, numa aldeia cristã no sul do Líbano. |
- O Público de ontem, trazia uma notícia que não me surpreendeu: a proclamada entidade para a Transparência apenas fiscalizou 10% das declarações dos políticos. Aquele órgão, na dependência do Tribunal Constitucional, apenas verificou 883 das 8620 declarações recebidas em 2024 e 2025. Por mim, gritarei: 25 de Abril sempre!
- Nova tentativa de ataque a Donald Trump. Esta foi no jantar dos correspondentes da Casa Branca que decorreu no Washington Hilton. Foi o caos, gritos e debandada quando um homem que dizem ser professor, de trinta e um anos, desatou a disparar para a mesa presidencial. Os seguranças retiraram o Presidente e na sala vêem-se vários líderes do Partido Republicano em debandada sob o guarda-sol dos seguranças.
