sábado, agosto 22, 2026

Sábado, 22.

Os fogos não nos largam. Luís Montenegro, para defender o seu ministro atulhado de casos como ele esteve e conseguiu eliminá-los com o poder que neste momento tem, veio dizer que a área ardida este ano foi menor que a do ano passado, como se isso se devesse à competência do seu ministro Luís Neves. Este chegou ao poder no andor dos media, era vedeta diária nos primeiros meses e tido por honesto, incorrupto, competente, com as costas protegidas pelo anterior cargo na Polícia Judiciária. E vai-se a ver tem a vida atravancada de esquemas como o seu mestre primeiro-ministro. Os fogos por essa Europa fora, mataram 30 mil pessoas. Um horror! 

         - Está cá o espalha-brasas (no sentido em que começa aqui um trabalho, larga-o e vai deitar mãos a outro), sem que nenhum fique terminado. No entanto, este universo com o seu proprietário incluído, agiganta-se em ternura, bondade e paz com a sua presença. Fui, amparo ao Sr. José Manuel, pela primeira vez, colher figos às figueiras por aí dispersas. Todavia, fazer compota, está fora de questão este ano. 

         - A minha beata de estimação, largado o indispensável para que eu não morresse à fome, desapareceu. Por favor, caros leitores, afastem para longe tudo o que for gente de missas diárias, rosários, invocação do santo nome de Deus em vão; prefiram o vosso pior inimigo pela surpresa de reconhecerem nele um anjo. Onde estarei eu no próximo ano?