domingo, maio 10, 2026

 Domingo, 10.

Não há dia nenhum em que não tenhamos as boçalidades de Trump para digerir. A última diz respeito à saída de 5 mil militares de Vilseck, pequena cidade bávara onde estão desde o fim da II Grande Guerra. Estive a ver outro dia no canal 2 francês o desastre que vai ser para a população local e para os soldados americanos e respectivas famílias que estão completamente integrados no espírito alemão e adoram ali viver. Relativamente à população, os contingentes destacados duplicam e todo o comércio e actividade económica gira em torno daquele mundo que se misturou e parece viver feliz. A decisão do todo poderoso, é uma raiva contra o chanceler Friedrich Merz que não aceitou a sua política relativamente à Europa e ao Irão que disse ser o digno represente da guerra no Golfo. 

        - A propósito. Nenhum dos acordos ditados por Trump parece duradouro. Horas depois, o Irão não só desdiz o louco, como investe abrindo fogo contra o cerco que ele montou no Estreito de Ormuz. Foi de um dos seus dirigentes que saiu esta condenação: “O único lugar para os EUA no Golfo, é no fundo do mar.

         - Saiu o número oficial de palestinianos mortos na guerra da Faixa de Gaza: 73 mil. A este número, não obstante o cessar-fogo à Trump, falecem diariamente mais uns quantos inocentes.  

         - Sexta-feira estive na Fnac a tentar recomeçar o meu trabalho, de seguida fui almoçar calmamente ao restaurante de cima do Corte Inglês, e regressei de metro ao autocarro que por sua vez me devolveu a casa. Numa estação, deparei com este subterfúgio no texto que corresponde melhor à choldra dos tempos presentes sem que deixe de ter graça...